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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Radar TVeja: Com Cunha fora de cena, PT perde discurso

Ainda ontem, este Radar TVeja cobrava do Supremo Tribunal Federal celeridade para acompanhar o ritmo da Operação Lava-Jato. Os ministros parecem ter ouvido as cobranças generalizadas e apertaram o passo. Nem bem Marco Aurelio Mello pediu urgência para levar ao plenário uma ação da Rede pedindo o afastamento de Eduardo Cunha, Teori Zavascki correu para […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h49 - Publicado em 5 Maio 2016, 21h36

http://videos.abril.com.br/veja/id/8041113560455ae20d5d3e805ae82557?

Ainda ontem, este Radar TVeja cobrava do Supremo Tribunal Federal celeridade para acompanhar o ritmo da Operação Lava-Jato. Os ministros parecem ter ouvido as cobranças generalizadas e apertaram o passo.

Nem bem Marco Aurelio Mello pediu urgência para levar ao plenário uma ação da Rede pedindo o afastamento de Eduardo Cunha, Teori Zavascki correu para entregar na frente uma liminar afastando o peemedebista não só do posto como do mandato de deputado.

A liminar foi referendada por unanimidade por ministros visivelmente aliviados de tirar esse bode da sala, e preocupados em justificar duas coisas: que se tratava de uma decisão excepcionalíssima, ou seja, não vai virar rotina o Judiciário se meter no Legislativo.

E que o tempo da Justiça é diferente do da imprensa e da política, numa clara alusão ás cobranças.

O efeito curioso do afastamento de Cunha, um clamor nacional, foi a reação dos petistas: depois de passarem meses berrando fora Cunha nas ruas e nas redes sociais, partidários de Dilma Rousseff não escondiam a chateação com a queda do malvado favorito.

Alguns diziam que o Supremo esperou Cunha aprovar o impeachment para só então julgá-lo. Outros lamentavam, vejam só, que o algoz de Dilma não poderá criar problemas para Michel Temer!

As reações, ilógicas, mostram que a preocupação não era com os desmandos de Cunha, e sim em ter um anteparo para justificar o fica, Dilma.

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