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PGR pede investigação contra Ibaneis, Torres e mais dois no STF

Procuradoria solicita que o Supremo investigue a participação das autoridades distritais nos eventos que permitiram os ataques em Brasília

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 10 jan 2023, 19h57 - Publicado em 10 jan 2023, 17h45

A PGR pediu ao STF nesta terça a abertura de investigação contra o governador afastado do Distrito Federal Ibaneis Rocha, o ex-secretário de Segurança Anderson Torres e os militares Fernando Oliveira (que também chefiou a secretaria interinamente) e Fábio Augusto Vieira, ex-comandante da Polícia Militar. Os quatro são acusados de favorecer a atuação terrorista que provocou a destruição das sedes dos poderes da República no domingo.

“Na data de 8 de janeiro de 2023, a escalada da violência ganhou contornos incompatíveis com o Estado de Direito, resultando na invasão e enorme depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Uma turba violenta e antidemocrática, insatisfeita com o resultado do pleito eleitoral de 2022, almejando a abolição do Estado Democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente constituído, avançou contra a sede dos três Poderes da República, exigindo célere e enérgica resposta estatal”, diz a ação da PGR.

O Radar mostrou mais cedo que o ministro Alexandre de Moraes mandou prender Torres e o ex-comandante Vieira. Não há clareza se há pedidos de prisão contra Ibaneis e o ex-secretário Oliveira.

No pedido de 16 páginas, a PGR defende que os quatro respondam pelos crimes investigados no inquérito dos atos antidemocráticos do Supremo por “aparente omissão, supostamente dolosa”.

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“As autoridades de Segurança Pública do Distrito Federal, com plena ciência de IBANEIS ROCHA, não apenas permitiram, como promoveram a escolta policial ‘pacífica, organizada, acompanhada’ dos criminosos que assacaram contra o Estado Democrático de Direito, estaremos, no mínimo, diante de criminosa omissão do Governador do Distrito Federal, que terá anuído e concorrido, de maneira consciente e voluntária, para os gravíssimos crimes verificados em 8 de janeiro de 2023, em Brasília”, diz Lindôra Araújo.

“Com IBANEIS ROCHA BARROS JÚNIOR, terão concorrido para os delitos, em tese, ao menos o Secretário de Segurança Pública ANDERSON GUSTAVO TORRES, o Secretário interino FERNANDO DE SOUSA OLIVEIRA e o Comandante Geral da Polícia Militar FÁBIO AUGUSTO VIEIRA”, segue Araújo.

 

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