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PF mira esquema criminoso de venda de créditos de carbono na Amazônia

Os investigadores cumprem cinco mandados de prisão preventiva e 76 mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal do Amazonas

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 5 jun 2024, 09h10 - Publicado em 5 jun 2024, 09h09

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Operação Greenwashing, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de vender cerca de 180 milhões de reais em créditos de carbono de áreas da União invadidas ilegalmente.

Os investigadores cumprem cinco mandados de prisão preventiva e 76 mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal do Amazonas, nos estados de Rondônia, Amazonas, Mato Grosso, Paraná, Ceará e São Paulo.

Policiais federais cumprem ainda 108 medidas cautelares diversas da prisão, oito suspensões do exercício da função pública, quatro suspensões de registro profissional no CREA e sete bloqueios de emissão de Documento de Origem Florestal, bem como o sequestro de 1,6 bilhão de reais.

A operação conta com o apoio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Receita Federal, Agência Nacional de Aviação Civil, Ibama, acadêmicos e profissionais de registro de imóveis.

“A investigação revelou um esquema de fraudes fundiárias que se estendeu por mais de uma década e foi iniciado em Lábrea (AM), envolvendo a duplicação e falsificação de títulos de propriedade. Essas fraudes resultaram na apropriação ilegal de cerca de 538.000 hectares de terras públicas”, diz a PF.

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Entre 2016 e 2018, a organização criminosa expandiu suas atividades ilícitas, reutilizando títulos de propriedade e inserindo dados falsos no Sistema de Gestão Fundiária, com a colaboração de servidores públicos e responsáveis técnicos.

Entre as atividades ilegais identificadas estão a exploração florestal e a pecuária em áreas protegidas, incluindo a criação de gado “fantasma” para atender áreas com restrições ambientais, a venda de créditos virtuais de madeira e a obtenção de licenças ambientais fraudulentas.

De acordo com as investigações, foram explorados ilegalmente mais de um milhão de metros cúbicos de madeira em tora, gerando um dano ambiental estimado em 606 milhões de reais. A operação também revelou que a organização obteve cerca de 820 milhões de reais em terras griladas.

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