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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

PF desarticula quadrilha de pedófilos que já fez 120 vítimas no Brasil

Grupo aliciava crianças e adolescentes de 4 a 18 anos e vendia fotos e vídeos a sites do exterior

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 28 abr 2022, 15h16 - Publicado em 28 abr 2022, 09h29

A PF deflagrou na manhã desta quinta-feira uma operação para desarticular uma quadrilha de pedófilos que produz e comercializa fotos e vídeos eróticos de crianças e adolescentes brasileiros para sites no exterior. 

A 1ª Vara Federal de Itajaí, em Santa Catarina, autorizou a expedição de dez mandados de busca e apreensão e ao menos um mandado de prisão preventiva contra alvos da operação. Ações estão em curso durante a manhã desta quinta em Balneário Camboriú (SC), Santana do Parnaíba (SP) e nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A investigação apontou que o esquema de aliciamento de crianças pelo grupo ocorria desde 2001. As vítimas eram convencidas, segundo a PF, a serem fotografadas com roupas de banho ou peças íntimas sob a promessa de que o material seria enviado a agências de modelos para futuras oportunidades nos ramos da moda e da publicidade.  

Um homem foi preso até o momento. Ele seria o principal fotógrafo responsável pelas fotos. As imagens eram vendidas na deepweb para sites em países como República Tcheca, Estados Unidos e Rússia. O fotógrafo, que não teve seu nome revelado, é acusado de práticas sexuais e de induzir as modelos a trocar de roupa em seu carro e em seu estúdio fotográfico, onde haveria espelhos e câmeras escondidas para registrá-las nuas.

Segundo a investigação, mais de 120 crianças e adolescentes brasileiras com idade entre 4 e 18 anos foram identificadas como vítimas da quadrilha. Cerca de 200.000 arquivos de imagens e vídeos estão sendo analisados pelo Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal, em Brasília.

A investigação contou com a colaboração internacional da Interpol e também do governo dos EUA.

 

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