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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pedido de prisão contra genro de Noronha põe fogo no STJ

Ex-mulher afirma que o pai de sua filha deixou de pagar pensão, mas fez festa de casamento para autoridades em Brasília

Por Robson Bonin Atualizado em 19 out 2020, 11h19 - Publicado em 19 out 2020, 11h16

A semana começa quente nos bastidores do STJ — nos grupos de WhatsApp dos ministros não se fala em outra coisa — por causa de uma postagem nas redes sociais da advogada Anna Carolina Noronha, filha do presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha. Ninna, como é conhecida, ataca o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ex-ministro Moreira Franco, dizendo que a dupla “manda” no Rio de Janeiro e estaria lhe prejudicando.

O texto não revela a origem da guerra, mas o Radar apurou o que já corre nos bastidores do STJ. O enrosco envolve o genro de Noronha, Eduardo Antonio Oliveira, que é alvo de um pedido recente de prisão em uma ação de alimentos movida pela ex-mulher dele Cristiana Velasco Oliveira que vem a ser sobrinha de Moreira Franco e prima da mulher de Maia.

No texto, batizado de “desabafo”, Ninna diz que “me enfiaram num processo e uma briga de família que não me diz respeito”. “Indago: cade a corregedoria local do RJ? Porque, lá no STJ, todo dia, nós, parentes dos ministros, somos chamados de bandidos. Será que Mo-reira Franco e Rodrigo Maia podem tudo no Rio? Até quando???”, escreve Ninna.

A bronca de Ninna é que, no pedido de prisão — seguido de suspensão do passaporte — contra o marido dela, a ex-mulher cita o casamento recentemente organizado em Brasília para a nata dos três poderes como prova de conduta irregular do ex-marido, que teria dinheiro para a grande festa, mas não pagaria a pensão da filha — dívida estimada em 150.000 reais em atrasados.

O irônico, no ataque de Ninna a Maia, é que ele foi um dos convidados do casório. O pedido de prisão está nas mãos do desembargador Antônio Carlos Arrabida, do TJRJ.

 

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