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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Os recados de Alexandre de Moraes às milícias de fake news

Para o relator dos inquéritos que investigam bolsonaristas por fake news, as redes viraram 'terra de ninguém': 'Existe um terrorismo institucional'

Por Robson Bonin Atualizado em 29 Maio 2022, 08h57 - Publicado em 27 Maio 2022, 18h41

Falando num evento da USP nesta sexta-feira, 27, Alexandre de Moraes abriu a caixa de ferramenta para bater no que chamou de “populismo de extrema direita” que dominou as redes para espalhar fake news e criar sua própria versão de “democracia”.

Para Moraes, essa turma dominou as narrativas nas redes sem que o Judiciário se desse conta e atuasse para coibir os crimes contra o estado de direito.

Cooptação total das redes pelo populismo de extrema direita, que foi extremamente competente. Extremamente competente. Verificou que, se a voz está lá agora (nas redes sociais), vamos dominar essa voz. Se lá é expressão da democracia, vamos construir a nossa democracia”, disse Moraes, segundo André de Souza, em O Globo.

O ministro é o relator do inquérito das fake news no STF, que investiga aliados de Jair Bolsonaro, os filhos do presidente e mais uma série de empresários que financiam a tal engrenagem de notícias falsas e desinformação nas redes. Para Moraes, as fake news nas redes devem ser combatidas com as leis vigentes.

Um livro defendendo ideias absurdas é possível isso? Toda a legislação que se aplica para tudo de repente deu uma bobeira geral: ah, para as redes sociais não pode. Por que não pode? Os direitos fundamentais mudaram? (…) Não é censura (combater esse tipo de conteúdo). É a mesma coisa que você bloquear uma conta bancária que está sendo utilizada para a criminalidade”, disse o ministro, para quem é preciso “acabar com essa ideia de que as plataformas são uma terra de ninguém”.

“O que começou como uma verdadeira anarquia nas plataformas, hoje existe um terrorismo institucional”, seguiu Moraes.

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