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Por Robson Bonin
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Os dois pesos e duas medidas de Gleisi sobre troca no comando da Petrobras

Para a presidente do PT, demissão de presidente da estatal sob Lula é "prerrogativa" de Lula; já Bolsonaro trocou chefe da empresa "como se troca de roupa"

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 Maio 2024, 14h06

Presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann se manifestou nas redes sociais nesta quarta-feira sobre a decisão de Lula de demitir o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, classificando como “impressionante a gritaria do tal mercado e seus porta-vozes na mídia com a mudança”. Há dois anos, no entanto, a própria Gleisi criticou o então presidente Jair Bolsonaro por trocar o comando da estatal “como se troca de roupa”.

“Chamam de intervencionismo uma prerrogativa do presidente, eleito pelo voto popular, ignorando que o governo ainda é o maior acionista da empresa e tem a responsabilidade de orientar a condução da Petrobras. Bom lembrar nessa hora que a maior empresa brasileira foi construída e se tornou gigante com recursos, trabalho e talento do povo brasileiro. Foi criada sob o lema ‘o petróleo é nosso’, portanto, não é deles”, escreveu a petista no X (antigo Twitter).

“Se dependesse desse pessoal, eles ‘elegeriam’ os presidentes da Petrobrás (e do BC) e estes, por sua vez, indicariam o presidente da República”, acrescentou Gleisi, que também desejou boa sorte a Magda Chambriard, indicada do governo para o cargo, e agradecendo ao “companheiro Jean Paul Prates pelo trabalho realizado em sua gestão”.

Em maio de 2022, quando José Mauro Coelho foi trocado por Caio Mário Paes de Andrade após menos de dois meses como presidente da petroleira, a presidente do PT foi às redes para comentar a mudança.

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Bolsonaro troca comando da Petrobras como se troca de roupa. Na verdade tá deixando Minas e Energia e a estatal com Guedes pra preparar privatização. Enquanto isso tenta enganar o povo. Se tem o poder de demitir tem o poder de mudar a política de preços. Simples assim”, publicou, na ocasião.

Já em março daquele ano, quando o general Joaquim Luna e Silva foi demitido do comando da estatal, Gleisi comentou que “Bolsonaro troca de novo presidente da Petrobras só pra fingir que vai mudar política de preços”. “Em ano eleitoral vai fazer de tudo pra tentar mostrar que o governo não é antipovo. Não adianta, não enfrenta o rentismo. Já era Jair, a culpa da gasolina a R$8 e R$150 o botijão é sua”, escreveu.

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