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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O impacto do iFood nas contratações e salários em restaurantes

Pesquisa mostra que estabelecimentos que aderiram à plataforma geraram vagas de trabalho, enquanto aqueles que não se cadastraram, perderam postos

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 7 jan 2022, 15h39 - Publicado em 7 jan 2022, 18h30

Estudo recém-divulgado pelo iFood mostra que restaurantes que se cadastraram na plataforma geraram mais empregos do que estabelecimentos que optaram em não aderir — estes, por sua vez, perderam postos de trabalho.

O levantamento, realizado pela Fipe — Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — leva em consideração o período de janeiro de 2015 a dezembro de 2019 — portanto, antes da pandemia.

Em média, mostra a pesquisa, os restaurantes parceiros criaram um total de 10 472 postos de trabalho por mês, contra 5 676 empregos perdidos naqueles estabelecimentos que não aderiram à plataforma.

O estudo da Fipe mostra, ainda, que o salário médio dos empregados nos restaurantes é menor antes de entrarem na plataforma: 1331 reais antes e 1 457 reais depois do ingresso.

Outra pesquisa do instituto aponta que, apenas em 2020, o iFood movimentou 31,8 bilhões de reais no Brasil, o equivalente a 0,43% do PIB nacional. A projeção da empresa é que o volume possa ter chegado a 50,7 bilhões em 2021.

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