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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O exemplo de Sérgio Reis ao bolsonarismo que ainda pensa

Cantor caiu em desgraça ao mergulhar de cabeça na campanha de Jair Bolsonaro contra as instituições

Por Robson Bonin Atualizado em 25 ago 2021, 12h59 - Publicado em 25 ago 2021, 12h30

O cantor Sérgio Reis mergulhou de cabeça no discurso bolsonarista de prende e arrebenta. Contra os limites impostos pela relação de equilíbrio entre os poderes, defendeu “invadir e quebrar tudo” no Senado para tirar os “caras” do STF. Instalar um regime fora da Constituição, afinal.

O cantor se referia ao movimento de Jair Bolsonaro para pressionar os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso com pedidos de impeachment no Senado.

Bolsonaro gritou, fez o discurso de sempre, mas segue no conforto do Alvorada, com sua agenda diária de pouco trabalho.

Inspirado pelo “mito”, o cantor achou que poderia fazer o mesmo. O que aconteceu com Sérgio Reis? Recebeu uma visita da Polícia Federal, tornou-se investigado por conspirar contra o sistema democrático e, de quebra, virou pária no meio cultural.

Um projeto caro ao cantor, o disco que seria gravado com outros artistas caiu por terra. Os comerciais e shows que fazia também sumiram.

São fatos que deveriam fazer o bolsonarismo pensar.

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