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O constrangedor telefonema que mudou o julgamento bilionário em Alagoas

Processo envolve a massa falida da Usina Laginha, do usineiro João Lyra

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 26 jun 2023, 14h13 - Publicado em 26 jun 2023, 08h30

Um julgamento da bilionária massa falida do usineiro João Lyra, em Alagoas, há duas semanas, teve um fato constrangedor.

No meio da sessão remota, o celular da desembargadora que relatava o caso tocou. Como estava conectado ao computador, o aparelho transmitiu a todos os presentes o anúncio: era o advogado de uma das partes, também presente na audiência, chamando em pleno julgamento. A magistrada deixou o caso depois do episódio.

A disputa judicial em torno da Usina Laginha, de Lyra, envolve dívidas de 3 bilhões de reais. No entanto, a massa falida tinha cerca de 1,7 bilhão de reais (atualmente, esse valor corrigido é de 3,8 bilhões de reais) a receber de precatórios de uma ação com base na famosa Ação 4.870 — ressarcimento de danos patrimoniais em virtude dos preços praticados pelo extinto Instituto do Açúcar e do Álcool a partir da safra de 1983/1984.

Em maio de 2008, o proprietário da Usina Laginha cedeu ao Fundo de Investimento PCG Brasil o direito ao resgate de 600 milhões de reais do precatório (valores da época). Em troca, teria recebido de imediato 76,2 milhões de reais. Era para anular esse negócio que o julgamento do fatídico telefonema ocorreu.

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