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‘Nem em nossos piores pesadelos’, diz CPI em nota sobre 600 mil mortos

"Esperamos que os resultados da CPI sejam levados adiante, com a devida punição aos responsáveis", afirmam os senadores

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 out 2021, 18h17

O grupo majoritário da CPI da Pandemia divulgou há pouco uma nota pública sobre “a inaceitável marca de 600 mil mortos pela Covid-19”, atingida nesta sexta-feira.

“Nem em nossos piores pesadelos poderíamos imaginar que, em menos de dois anos, tantos brasileiros chorariam seus mortos graças ao descaso de seus governantes, principalmente daqueles que ocupam o governo federal”, diz o início do texto, assinado por sete dos 11 membros titulares da comissão.

A nota diz ainda que a CPI da Covid “conseguiu mostrar ao Brasil e ao mundo como o descaso, a negligência e a omissão do governo federal na aquisição de vacinas e a sua insistência em medicamentos sem eficácia comprovada contribuíram para agravar a pandemia”.

“Esperamos que os resultados da CPI sejam levados adiante, com a devida punição aos responsáveis”, afirmam os senadores.

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“No curso dessa dramática e impactante tragédia, nós aprendemos algumas coisas que devem ficar em definitivo na consciência dos brasileiros. Quando estão em jogo questões cruciais como o direito à vida e à saúde, não podem existir dois lados. Que isso fique de referência para os atuais mandatários e para as gerações que virão. Nosso país pode muito mais e poderá superar as piores crises se estiver sempre forte e unido”, diz outro trecho.

O texto conclui manifestando “toda a solidariedade e os melhores sentimentos para os familiares e amigos das vítimas dessa tragédia sem precedentes” e com o desejo de que “a dor de todos, mesmo irreparável, seja ao menos minimizada com a punição dos responsáveis”.

Assinam a nota os senadores Omar Aziz, Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros, Otto Alencar, Tasso Jereissati, Humberto Costa, Eduardo Braga, Alessandro Vieira, Rogério Carvalho, Simone Tebet, Eliziane Gama, Leila Barros, Zenaide Maia, Jean Paul Prates e Fabiano Contarato.

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