Mariano Marcondes Ferraz tenta, mas não escapa de Curitiba
Ele pertence a uma das famílias mais tradicionais do Rio de Janeiro
A juíza Gabriela Hardt rejeitou pedido feito pela defesa de Mariano Marcondes Ferraz para que a ação penal que investiga esquemas de corrupção entre a empresa em que trabalhava, a Trafigura, e a Petrobras fosse transferida de Curitiba para o Rio de Janeiro.
Segundo a defesa de Ferraz, as investigações da ação penal não estariam conectadas aos personagens centrais de outras investigações que tramitam em Curitiba, como Paulo Roberto Costa e Renato Duque.
De acordo com o MPF, entre 2009 e 2014, Ferraz pagou a executivos da Petrobras para obter vantagens comerciais em operações de compra e venda de óleo combustível, gás liquefeito de petróleo e outros produtos no mercado internacional.
Mariano Marcondes Ferraz pertence a uma das famílias mais tradicionais do Rio. Ele é filho da baronesa Silvia Amélia de Waldner e enteado da socialite Regina Marcondes Ferraz.





