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Lula compara invasão russa na Ucrânia a ação dos EUA no Oriente Médio

Ex-presidente voltou a defender que conflito no leste europeu seja resolvido por vias diplomáticas, e não pela guerra

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 3 mar 2022, 14h00 - Publicado em 3 mar 2022, 13h45

Em discurso na Câmara dos Deputados do México nesta quinta-feira, o ex-presidente Lula (PT) voltou a condenar a invasão russa à Ucrânia e comparou o avanço militar no leste europeu com as investidas norte-americanas no Oriente Médio “antes e depois” do atentado de 11 de setembro.

Lula novamente defendeu que o atual conflito seja resolvido por meio de uma mesa de negociações e não por “bombardeios”, e condenou o gasto de “trilhões” de dólares em guerras ao invés do combate a desigualdades.

“É inadmissível que um país se julgue no direito de instalar bases militares em torno de outros países (…) Trilhões de dólares foram gastos em guerras recentes, no Oriente Médio e na Europa, quantia suficiente para eliminar a fome no mundo, e preparar o planeta para lidar melhor com as mudanças climáticas (…) no entanto, essa quantia foi usada para causar a morte de milhões de pessoas no Iraque, no Afeganistão, na Síria, no Iêmen, no Paquistão”, disse o ex-presidente.

Lula criticou, ainda, a saída do Brasil da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, durante o governo Bolsonaro, e diz que a medida teve como objetivo único o enfraquecimento do organismo de cooperação.

O ex-presidente garantiu que “muito em breve” o Brasil estará de volta ao grupo e ao convívio democrático e harmônico com a América Latina, e voltou a declarar que o PT ganhou todas as disputas presidenciais entre 2002 e 2014 — e que apenas não venceu o pleito em 2018 porque foi impedido de ser candidato. “Se tudo der certo, nós haveremos de reconquistar o governo para restabelecer a democracia no nosso país”, disse ao parlamento mexicano.

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