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Leite defende que prévias do PSDB ocorram em Brasília, de modo presencial

Em 21 de novembro os tucanos irão escolher o nome que enfrentará Jair Bolsonaro nas urnas em 2022

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 9 jun 2021, 13h06 - Publicado em 9 jun 2021, 07h30

Candidato nas prévias do PSDB, o governador gaúcho Eduardo Leite aprovou a decisão da cúpula do partido nesta segunda de seguir o modelo de eleição interna que divide a sigla em quatro grupos votantes com peso de 25% no pleito.

O primeiro grupo é formado por filiados, fatia mais volumosa do partido, e os outros três grupos são compostos por vereadores e deputados estaduais (25%), prefeitos e vices (25%) e deputados e senadores (25%).

Para Leite, o modelo permite uma disputa justa entre os nomes — João Doria, Arthur Virgílio e Tasso Jereissati — que buscam apoio do partido para o projeto presidencial.

“Nas prévias, o partido vai escolher um candidato para o país, um nome que encontre o sentimento médio do brasileiro. Daí a importância de o processo das prévias respeitar o equilíbrio federativo, com regras por grupos eleitorais e peso para cada grupo”, diz o tucano.

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O governador do Rio Grande do Sul defende agora que o partido estabeleça regras claras de como será o sistema de votação, para evitar conflitos e suspeitas de fraudes. Na avaliação de Leite, prefeitos, vices, deputados, senadores e governadores poderiam votar no candidato do partido ao Planalto em um evento em Brasília. Já vereadores e filiados poderiam votar a partir de uma plataforma digital ou urna nos estados.

“Será a primeira vez que realizaremos prévias para escolher o candidato nacional. Como vai ser a votação? Como se garante que não terá fraude ou votação indevida? Como será o mecanismo? Defendo que o voto seja presencial, num evento do partido em Brasília (para grupos determinados, deixando vereadores e filiados a opção de votar nos estados). Em novembro, já com vacinação avançada, teremos condições de realizar a votação”, diz Leite.

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