O laranja confesso de uma das gráficas que teria prestado serviços à chapa Dilma-Temer revelou a existências de um esquema financeiro envolvendo o dono da empresa.
Em seu depoimento ao TSE, ele admitiu ter feito falsos empréstimos de mais de R$ 1 milhão ao dono da gráfica, identificado como Rodrigo.





