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Lado mais fraco da corda

Defensor da tese de que o CNJ deve investigar magistrados somente após a atuação das corregedorias dos tribunais locais, Marco Aurélio Mello (autor da liminar que retirou poderes do conselho) evita falar em um placar para o julgamento desta tarde no STF, “o colegiado é imprevisível”, mas admite esperança em ver sua tese referendada pela […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 09h38 - Publicado em 1 fev 2012, 13h32

“Fé inquebrantável”

Defensor da tese de que o CNJ deve investigar magistrados somente após a atuação das corregedorias dos tribunais locais, Marco Aurélio Mello (autor da liminar que retirou poderes do conselho) evita falar em um placar para o julgamento desta tarde no STF, “o colegiado é imprevisível”, mas admite esperança em ver sua tese referendada pela Corte:

— Tenho uma fé inquebrantável na ordem jurídica constitucional.

Em agosto de 2009, após o STF arquivar a denúncia contra Antonio Palocci, no caso da quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa, Marco Aurélio desabafou dizendo que “a corda sempre estourava do lado mais fraco”. Provocado a analisar qual seria o lado mais fraco da corda na polêmica do CNJ, Marco Aurélio despistou:

— O movimento leigo, o meio jurídico como um todo.

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