Justiça aceita três novas denúncias contra Cabral
Novos casos de corrupção em obras do estado
A juíza substituta Caroline Vieira Figueiredo, da 7ª Vara Federal do Rio, acaba de aceitar três novas denúncias do Ministério Público contra o ex-governador Sérgio Cabral.
A ações envolvem ainda o empresário Georges Sadala, Régis Fichtner e Luiz Carlos Bezerra.
O primeiro caso diz respeito a esquemas de propina envolvendo a construtora Oriente relativos às obras Baixada Litorânea, Emergência Araruama e Emergência Maricá, todas na Região dos Lagos.
A segunda ação penal investigará como a organização de Cabral atuava no Rio Poupa Tempo, que pertencia ao empresário Georges Sadala.
Segundo os procuradores, Sadala efetuou o repasse de ao menos R$ 1,3 milhão ao núcleo político de Cabral em troca de vantagens para suas empresas.
E, por fim, a terceira investigação vai se debruçar sobre a distribuição de pagamentos mensais feitos por Régis Fichtner, que ocupou a chefia da Casa Civil.
Atualização:
O consorcio Rio Poupa Tempo afirma que Georges Sadala desligou-se do quadro societário da Gelpar, uma das empresas que fazem parte do consórcio, em 2013. E que mesmo antes tinha uma participação minoritária na Gelpar, que por sua vez era minoritária no consórcio. Por fim, afirma que não houve qualquer transação irregular envolvendo recursos do Rio Poupa Tempo.







