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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Jogos de azar não são bem-vindos no Brasil’, diz Bolsonaro

Presidente reafirmou que pretende vetar PL que libera cassinos no país caso seja aprovado no parlamento; evangélicos são contra a legalização do jogo

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 17 jan 2022, 11h07 - Publicado em 17 jan 2022, 11h01

Jair Bolsonaro voltou a indicar que irá ceder às pressões da bancada evangélica e de grupos conservadores no país para impedir a legalização de cassinos e jogos de azar em geral no Brasil.

Desde a década de 1950 que o jogo é proibido no país. As exceções são a loteria federal e as corridas de cavalos nos jockey clubs.

O jogo do bicho, considerado uma contravenção, é proibido mas funciona às vistas das autoridades em cidades como no Rio de Janeiro. No ano passado, o país passou a permitir apostas pela internet em jogos de futebol desde que o site esteja hospedado no exterior.

Os setores conservadores da sociedade são contra a legalização, patrocinada por deputados e senadores do centrão.

A ministra Damares Alves já disse que jogos de azar são coisa do diabo. O pastor Silas Malafaia já afirmou que os cassinos, para além do ganho econômico da abertura de um novo mercado, causam prejuízos sociais.

Nesta segunda, durante uma entrevista a uma rádio do Espírito Santo, Jair Bolsonaro indicou que irá vetar o PL que trata o tema e que deve ser levado à votação na Câmara ainda este ano. Bolsonaro explicou que no ano passado foi aprovado a tramitação da matéria em regime de urgência pelos deputados.

“Vamos falar em números. No parlamento, foi aprovado o regime de urgência desse projeto com trezentos e poucos votos. Se eu vetar aqui, como falei que já vetaria, o veto seria derrubado lá [na Câmara], mas é uma briga interna no parlamento. A minha posição como chefe do Executivo é que os jogos de azar, no meu entender, não são bem-vindos no Brasil. É uma porteira que se abre e a gente não sabe o que pode passar depois”, disse Bolsonaro.

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