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Granadas, lançadores, munições… O plano de segurança do STF para 2022

Tribunal diz que reforço no aparato tem objetivo de 'garantir a livre manifestação do pensamento, preservando vidas e o patrimônio público'

Por Robson Bonin Atualizado em 27 dez 2021, 11h29 - Publicado em 27 dez 2021, 12h01

Ciente da guerra que virá em 2022, com o discurso radical do bolsonarismo inflado pela campanha eleitoral, o STF aproveitou o fim do ano para reforçar a segurança da Corte.

Em setembro, quando o tribunal virou alvo de Jair Bolsonaro e de aloprados que fecharam a Esplanada, a segurança dos ministros foi reforçada para evitar ataques. Até rotas de fuga com helicóptero e barco, pelo Lago Paranoá, foram planejadas.

Agora, a Corte contratou uma empresa para fornecer ao tribunal “tecnologias não letais”, incluindo granadas de emissão não letal, munições e lançadores de munições.

Sobre as tecnologias não letais, o STF emitiu um comunicado:

“A aquisição de tecnologias não letais pelo Supremo Tribunal Federal visa permitir que a equipe de segurança garanta o direito da livre manifestação do pensamento, preservando vidas e o patrimônio público.

O STF tem histórico de decisões que garantem a liberdade de manifestação, porém, no passado recente, ações violentas e ameaças exigiram uma preparação maior para salvaguardar as instituições sem prejuízo das legítimas reivindicações.

Esses esforços, em respeito às orientações da Organização das Nações Unidas (ONU), envolvem a capacitação de agentes e o uso proporcional da força.

As granadas adquiridas, por exemplo, não são explosivas. Elas geram volume de fumaça com princípios ativos químicos para dispersar confrontos, preservando vidas e evitando o uso de armas de fogo e demais equipamentos de maior potencial ofensivo”.

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