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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Governadores e PT’: os motivos da alta da gasolina, segundo Bolsonaro

Presidente voltou a apontar 'dívida' de R$ 900 bilhões da estatal e criticou política de preços

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 21 mar 2022, 13h13 - Publicado em 21 mar 2022, 11h10

O presidente Jair Bolsonaro tem dado sequência às críticas ao aumento do preço dos combustíveis pela Petrobras e, nesta segunda, voltou a apontar os culpados pela alta — segundo ele, são os governadores e a “roubalheira” do PT.

Em entrevista à Jovem Pan, Bolsonaro reafirmou que, durante as gestões petistas, a estatal contraiu “dívidas com várias questões”, num débito total de mais de 900 bilhões de reais, e que, desde 2019, os governadores praticamente dobraram o valor arrecadado em ICMS por litro de combustível.

O cabo de guerra com os chefes dos Executivos estaduais é motivado, principalmente, pelo peso que a alta dos preços têm na popularidade de Bolsonaro justamente no ano em que ele busca a reeleição à presidência. O presidente cobrou reiteradas vezes que estados diminuíssem ou zerassem as alíquotas do imposto.

“Desvios, roubo, obras começadas e não concluídas, e obviamente a Petrobras está pagando isso (…) Nós mantivemos congelados o preço do imposto federal da gasolina, por exemplo, bem como o do diesel. Fizemos nossa parte, já os governadores, não. Os vilões são roubalheira na Petrobras e o ICMS que, apesar de ser um percentual fixo, ele incide em cima do preço final da bomba, o ICMS é inclusive bitributado”, disse Bolsonaro.

Na última semana, foi sancionada lei que define a cobrança fixa do imposto estadual — em vez de uma incidência percentual sobre o preço, as alíquotas incidirão sobre a unidade de medida. A lei foi aprovada no Congresso no mesmo dia em que a estatal anunciou reajustes às distribuidoras de 90 e 60 centavos para a gasolina e o diesel, respectivamente.

Nesta segunda, Bolsonaro também voltou a criticar a política de preços da Petrobras, e afirmou que “não é fácil tratar do assunto” — mas que não pode interferir na estatal.

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