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Flávio tenta afastar responsabilidade do pai nos ataques bolsonaristas

'O presidente Bolsonaro, como muitos já falaram, após o resultado das eleições, ficou em silêncio, se recolheu e está lambendo as feridas', disse o senador

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jan 2023, 12h29

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu a palavra há pouco durante a sessão extraordinária do Senado para votar o decreto de intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal e fez um pronunciamento tentando afastar a responsabilidade do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, nos ataques terroristas promovidos no último domingo em Brasília por bolsonaristas golpistas.

“Presidente [Rodrigo Pachceco], muito rapidamente, já que no dia de ontem [segunda-feira] muitas pessoas tentaram vincular Bolsonaro ao que aconteceu, esse ato triste, lamentável, injustificável, na nossa casa, me somar às palavras de vossa Excelência, em especial na parte que o senhor coloca da individualização das responsabilidades”, declarou Flávio, por videoconferência.

“Isso é fundamental, porque nós tivemos um presidente da República que, por quatro anos, repetiu á exaustão que sempre jogaria dentro das quatro linhas da Constituição. E não apenas no discurso, o fez na prática, mesmo entendendo que, em vários momentos, foram usados atos contra ele fora da Constituição”, acrescentou o senador.

“Então não queiram criar essa narrativa mentirosa, como se houvesse alguma vinculação de Bolsonaro a esses atos irresponsáveis. O presidente Bolsonaro, como muitos aí já falaram, após o resultado das eleições, ficou em silêncio, se recolheu e está lambendo as feridas — não é essa a expressão que muitos estão usando aí? É o que ele está fazendo. Praticamente incomunicável. Então é importante fazer esse registro”, complementou o filho do ex-presidente.

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Ele disse ainda que quer fazer parte da comissão externa do Senado que deverá ser criada para acompanhar as investigações dos ataques terroristas, mas com um objetivo específico:

“Faço questão de estar, sim, acompanhando, par e passo, para que isso não seja um momento de uso político-eleitoral. O momento é muito grave, é muito sério, e a gente não pode mais uma vez usar uma situação como essa de palanque com fins políticos-eleitorais”, concluiu.

O decreto de Lula para intervir na segurança do DF foi aprovado há pouco, com voto contrário de Flávio Bolsonaro.

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