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Exonerado, chefe do GSI se livra de comissão na Câmara

Deputados só poderão ouvir o general Gonçalves Dias caso se instaure uma Comissão Parlamentar de Inquérito

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 19 abr 2023, 18h45 - Publicado em 19 abr 2023, 18h20

A nova convocação do Marco Edson Gonçalves Dias para comparecer à Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados foi derrubada com a demissão do general da chefia do Gabinete de Segurança Institucional de Lula

Gonçalves Dias iria participar nesta quarta de audiência para a qual foi convocado há três semanas, mas apresentou atestado médico e faltou ao compromisso. Segundo sua assessoria, ele teve uma crise de hipertensão. Na sequência, deputados do colegiado aprovaram uma convocação do então ministro, o que obrigaria sua presença, para o próximo dia 26.

Na sessão aberta para a nova convocação, o deputado Pedro Aihara (Patriota-MG) interpretou as cenas reveladas na imprensa como uma postura complacente do general à invasão do Palácio do Planalto.

“Um ministro que adota esse tipo de posicionamento: abrindo porta para esses manifestantes, na verdade vândalos, indicando caminhos de saída, orientando a sua equipe, enquanto general, responsável por aquela equipe a servir água àqueles vândalos”, disse Aihara. 

“Se todos os que entraram, todos que vandalizaram, estão presos, por que o ministro está solto?”, perguntou. 

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Capitão Augusto (PL-SP) aproveitou a saia justa do ex-chefe do GSI para levantar suspeitas de Lula como “o grande mentor” dos atos golpistas. Ele acentuou a relação de amizade do general com o petista e desafiou o presidente do Senado e a Suprema Corte. 

“Amigo pessoal do Lula, inclusive companheiro de pesca do Lula, que não falou nada, se omitiu até agora e está circulando essas imagens do interior do Palácio do Planalto”, constatou o capitão.  

“Duvido que o senador Rodrigo Pacheco vá ler a CPI do dia 8 na próxima quarta-feira, e eu que não gosto de apostas, abro uma aposta, infelizmente. Duvido também que o STF vá colocar o general Gonçalves Dias como investigado”, seguiu.

Agora, o general só será ouvido pelos deputados em uma eventual Comissão Parlamentar de Inquérito. A sessão mista do Congresso que pode instalar a CPMI está agendada exatamente para a data em que Gonçalves Dias teria de ir à Câmara, se não tivesse pedido demissão.

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