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Exército, Marinha e Aeronáutica: o papel de cada força na guerra ao vírus

Portaria do Ministro da Defesa prevê emprego de militares nas fronteiras, portos, aeroportos e na descontaminação biológica

Por Hugo Marques Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 19 mar 2020, 10h38 - Publicado em 19 mar 2020, 09h42

As Forças Armadas irão apoiar a triagem de pessoas com suspeitas de infecção do coronavírus para posterior encaminhamento aos hospitais. A determinação faz parte de portaria assinada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, com a diretriz ministerial de planejamento, que regula o emprego das Forças Armadas em todo o território nacional para apoio ao governo para a mitigação das consequências da pandemia do coronavírus.

O ministro da Defesa determina que a Marinha, Exército e Aeronáutica permaneçam em condições de disponibilizar recursos operacionais e logísticos necessários ao planejamento das ações. À Marinha, caberá planejar o apoio às ações dos órgãos federais de controle de passageiros e tripulantes nos portos e terminais marítimos. À Aeronáutica, caberá planejar ações dos órgãos federais de controle de passageiros e tripulantes nos aeroportos.

A determinação para os três comandos militares, Marinha, Exército e Aeronáutica, é para que apoiem os órgãos de segurança no controle de acesso às fronteiras e empreguem os meios de defesa biológica, nuclear, química e radiológica, para descontaminação de material.

Também caberá aos três comandos militares a determinação para empregar pessoal militar e servidores civis em campanhas de conscientização das população e apoiar com meios de transporte, fornecimento de alimentação e alojamento as equipes envolvidas no combate ao vírus. A determinação é para que as três forças apoiem a triagem de pessoas com suspeitas de infecção para posterior encaminhamento aos hospitais.

Todo o trabalho das Forças Armadas será feito de forma coordenada com o Ministério da Saúde, a fim de contribuir com as informações para o planejamento militar. Outra determinação é para que os comandos militares disponibilizem os laboratórios farmacêuticos militares para apoiar as ações dos órgãos de saúde, quando demandados, sem prejuízo para o Sistema Militar de Saúde.

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