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Por Robson Bonin
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Evento da Esfera em NY mostra saídas para recuperação do Rio Grande do Sul

Seminário também discute propostas para atração de investimentos estrangeiros para o Brasil

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 Maio 2024, 14h46

A Esfera Brasil realizou na noite de segunda-feira o seminário “Conectando oportunidades, construindo o futuro”, no Rockefeller Center, em Nova York, para debater propostas para atrair investimentos estrangeiros para o Brasil e recuperar o Rio Grande do Sul.

O especialista americano em recuperação de cidades após tragédias climáticas Thaddeus Pawlowski, diretor do Centro para Cidades e Paisagens Resilientes da Universidade Columbia de Nova York, afirmou que, para a reconstrução de regiões devastadas, é essencial ouvir as necessidades das pessoas afetadas, reconstruir o ambiente natural e ser transparente com prazos. 

“São as comunidades que realmente conhecem as suas verdadeiras necessidades. E é preciso trabalhar com empenho para que os recursos do governo sejam direcionados para atender a essas demandas”, disse Pawlowski. 

Responsável pela recuperação da cidade de Nova York após a passagem do furacão Sandy, em outubro de 2012, o especialista de Columbia afirmou que também é importante ser transparente com os que perderam as suas casas. “Uma das coisas mais difíceis é ter de dizer para uma pessoa que ela vai demorar um ano para ter o seu lar de volta. E, no caso do furacão Sandy, acabou demorando vários anos.”    

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Dentre lideranças políticas e empresariais, autoridades e integrantes do governo federal que debateram perspectivas de negócios e investimentos para o país, o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, destacou o ambiente de negócios favorável no Brasil. “Hoje podemos dizer que temos no país segurança jurídica, democracia forte e com instituições que funcionam. E é isso que precisamos mostrar para o mundo, além de celebrar toda essa força da democracia das nossas instituições.”

Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, concordou que o equilíbrio fiscal é um dos principais passos para a atratividade do investimento estrangeiro. Ele agradeceu ao Congresso Nacional pela aprovação de projetos da agenda econômica e afirmou que o objetivo é continuar avançando por meio do diálogo, inclusive com os governadores, para os quais o governo “tem feito um amplo gesto”. 

“Há dez anos o Brasil tem déficit primário. O que a gente viu? Polarização política, baixo crescimento econômico, alto índice de desemprego. Em um ano, estamos provando que é possível fazer diferente. Precisamos seguir nessa boa empreitada de ajuste de contas”, disse Durigan.

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