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Estratégia da choradeira

Desde que a choradeira na Câmara começou, ainda nos tempos de Antonio Palocci e da discussão do Código Florestal, o governo já empenhou 600 milhões de reais para bancar emendas dos deputados. A verba faz parte da cota de 1 bilhão de reais que Ideli Salvatti se comprometeu a liberar. Outros 400 milhões de reais […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 10h47 - Publicado em 14 set 2011, 12h33

Desde que a choradeira na Câmara começou, ainda nos tempos de Antonio Palocci e da discussão do Código Florestal, o governo já empenhou 600 milhões de reais para bancar emendas dos deputados.

A verba faz parte da cota de 1 bilhão de reais que Ideli Salvatti se comprometeu a liberar. Outros 400 milhões de reais já poderiam ter sido pagos, mas o Planalto, ciente da voracidade dos deputados, segurou os recursos para liberá-los na próxima choradeira dos deputados, que ocorre agora no debate da DRU.

Embora a estratégia do Planalto evite a desidratação dos cofres da União, a demora na liberação de emendas só contribui para alimentar as críticas sobre Ideli Salvatti. Diz um deputado do PMDB:

— Ideli não pode decidir sobre cargos e não tem como liberar as emendas. Então, o que ela está fazendo lá?

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