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Educação antirracista do Museu do Samba percorrerá escolas no Rio

Até o dia 15 de julho, o Museu do Samba está com inscrições abertas para as escolas públicas interessadas em receber a exposição itinerante

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 jul 2024, 18h01

Em funcionamento há mais de 20 anos no Morro de Mangueira, o Museu do Samba vai levar uma exposição itinerante, montada com parte do acervo da instituição, a escolas municipais do Rio de Janeiro.

O projeto Samba Nego Miudinho conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e inclui sessões de contação de histórias e até show musical com o trio vocal Matriarcas do Samba.

A história social do samba, com destaque para a trajetória de grandes sambistas e suas obras, as origens africanas da cultura do samba, assim como a formação e a geografia das agremiações carnavalescas e das rodas de samba serão apresentadas aos alunos por meio de itens como pinturas, objetos, fantasias e adereços que fazem parte do acervo do Museu do Samba.

Até o dia 15 de julho, o Museu do Samba está com inscrições abertas para as escolas públicas interessadas em receber a exposição itinerante.

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A expectativa é que cerca de 2.000 alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental sejam beneficiados. A prioridade do projeto será para escolas localizadas próximas a regiões mais vulneráveis, como morros e favelas cariocas.

“O projeto foi desenvolvido pelo departamento Educativo do Museu como uma oportunidade e um meio para aplicação da Lei 10.639, que prevê o ensino da cultura afro-brasileira em nossas escolas. É uma atividade de conteúdo antirracista, que abre possibilidades para os estudantes – a maioria deles descendentes de negros escravizados, cuja contribuição econômica, científica, social e cultural tem sido invisibilizada –  e para os professores, que poderão trocar suas experiências”, diz Nilcemar Nogueira, fundadora do Museu do Samba.

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