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Damares lança a ‘cartilha da maconha’ na cruzada contra plantio medicinal

Autores falam que autorizar o canabidiol é estimular o narcotráfico e relatam problemas de saúde, mesmo não sendo dessa área

Por Evandro Éboli Atualizado em 2 dez 2020, 14h11 - Publicado em 2 dez 2020, 14h29

O ministério de Damares Alves acaba de lançar o livreto “Os riscos do uso da maconha na família, na infância e na juventude”. Tratado como a “cartilha da maconha”, a publicação tem um objetivo claro: ser o contraponto do governo e atuar contra a aprovação do projeto que autoriza o plantio da cannabis sativa para uso medicinal, em gestação no Congresso Nacional.

Numa live ontem de lançamento da cartilha, secretários de Damares argumentaram que o uso medicinal é uma “fachada” e acarreta diversos malefícios para a saúde.  Nenhum dos três auxiliares da ministra é da área de saúde.

“É paradoxal lutarmos pela vida e se desejar ao mesmo tempo legalizar o plantio de algo que pode levar ao suicídio, anular a liberdade humana. É o caminho para a escravidão. É o direito anti-humano​​​​​​​. O pseudo uso terapêutico é um subterfúgio para iludir as famílias”, disse Angela Gandra, secretária Nacional da Família.

Emily Coelho, secretária Nacional da Juventude, foi na mesma linha.

“O repetido uso medicinal é um mantra. É a armadilha linguística para impor algo danoso. Não há uso medicinal da maconha. É uma falácia da mídia. Não é inofensiva, é lesiva”, disse a secretária.

O secretário Nacional de Criança e Adolescente, Maurício Cunha, garantiu que a intoxicação por cannabis leva à doenças psicóticas como esquizofrenia, o medo de morrer e a idéias paranoicas.

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