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Custo da dívida dispara – até para os melhores pagadores

Cálculos feitos pelo BTG Pactual mostram a sinuca de bico em que estão as empresas brasileiras que precisam rolar dívidas. Além da alta da Selic, que passou de 11,75% no fim de 2014 para os atuais 14,25%, a sobretaxa para emprestar mesmo para os bons pagadores disparou. No ano passado, as empresas “triple A”, consideradas de […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h40 - Publicado em 21 jan 2016, 18h21
Dinheiro cada vez mais caro

Dinheiro cada vez mais caro

Cálculos feitos pelo BTG Pactual mostram a sinuca de bico em que estão as empresas brasileiras que precisam rolar dívidas. Além da alta da Selic, que passou de 11,75% no fim de 2014 para os atuais 14,25%, a sobretaxa para emprestar mesmo para os bons pagadores disparou.

No ano passado, as empresas “triple A”, consideradas de baixíssimo risco, tiveram que pagar 1,7% a mais que a taxa básica para conseguir emitir títulos de dívida, contra 1,2% um ano antes. Em 2009, no auge da crise financeira, a taxa era de 1,4%.

Para as empresas um degrau abaixo, ainda consideradas um destino bastante seguro para o dinheiro, a situação foi pior: o spread saiu de 1,1% para 2,1%.

Logo abaixo disso, não há estatísticas: as empresas não conseguiram sequer acessar o mercado. Se está difícil para elas, imagina para o resto.

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