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CPI das Fake News ouve citados em disparos de mensagens pró-Bolsonaro

Representantes também do Google, Twitter, Facebook, Instagram e Whatsapp estão no cronograma do presidente da comissão

Por Evandro Éboli Atualizado em 28 jan 2020, 07h11 - Publicado em 28 jan 2020, 06h11

A CPMI das Fake News retoma o trabalho semana que vem ouvindo personagens importantes do esquema de disparo de mensagens em massa pelo Whatsapp durante as eleições. No dia 5, será ouvido Hans River do Nascimento, ex-funcionário de  uma das agências envolvidas, segundo reportagem da Folha de S. Paulo.

River acionou a empresa na Justiça do Trabalho, mas depois desistiu de dar dados à reportagem da Folha de S. Paulo sobre o tema.

Ele foi funcionário da Kiplix, uma das agências citadas e que funcionava num endereço com outras duas empresas e que cadastravam celulares com nomes, CPFs e datas de nascimento de pessoas que ignoravam o uso de seus dados.

Dirigentes da Kiplix também serão ouvidos pelos integrantes no mesmo dia.

Esses serviços de disparos teriam sido a favor da candidatura de Jair Bolsonaro.

“Essa oitiva do dia cinco é sobre as denúncias de disparo em massa de mensagens pró Bolsonaro. Supostamente o serviço teria sido pago por empresários como o dono da Havan (Luciano Hang)”, disse o senador Ângelo Coronel, presidente da CPI.

Hang já negou que tenha comprados pacotes de mensagens em massa contra o PT.

No seu cronograma, o presidente da comissão espera ouvir até o Carnaval representantes do Google e do Twitter (dia 11); do Facebook e do Instagram (dia 12) e do Whatsapp (dia 19).

 

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