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CPI da Prevent Senior pede indiciamento de 20 pessoas, incluindo donos

Envolvidos responderão por ao menos sete crimes; investigação constatou uso de medicação sem eficácia comprovada em pacientes com Covid-19

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 4 abr 2022, 17h40 - Publicado em 4 abr 2022, 17h21

O relatório final da CPI da Prevent Senior, aprovado nesta segunda pela Câmara Municipal de São Paulo, propôs o indiciamento de vinte pessoas ligadas à operadora de saúde por ao menos sete crimes, entre eles tentativa de homicídio e omissão de socorro.

Estão na lista o ex-diretor-executivo da companhia, Pedro Benedito Batista Júnior, e os sócios-proprietários Fernando Parrillo e Eduardo Parrillo, além de dezessete médicos.

O documento foi aprovado por unanimidade pelos cinco vereadores integrantes da CPI e, agora, será encaminhado ao Ministério Público Estadual e Federal.

Em nota, a operadora diz contestar o relatório e as sugestões de indiciamentos e reafirma ter “total interesse” em que investigações técnicas, “sem contornos políticos”, possam restabelecer a verdade dos fatos.

“A direção da Prevent Senior, seus mais de 3.000 médicos e 12.000 colaboradores seguirão trabalhando para prestar atendimento de excelência aos seus mais de 550.000 beneficiários, como tem feito ao longo dos seus 25 anos de existência, sem qualquer vínculo político”, diz a operadora.

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Entre os elementos que dão materialidade aos crimes da Prevent Senior e que sustentam os pedidos de indiciamentos, aponta a CPI, estão a falsa pesquisa divulgada pela operadora sobre a eficácia de hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, e a aplicação do ‘kit Covid’ — composto de medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença.

As investigações constataram, ainda, a existência do chamado “Pentágono”, estrutura informal dentro da operadora que comandava todas as ações relacionadas à pandemia.

“Nossa sensação é de dever cumprido. Fizemos um trabalho amplo e profundo, dando todo o direito de defesa aos acusados. O relatório deixa claro que havia uma estrutura na Prevent voltada a constranger a autonomia médica e que incentivou o uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19, como a cloroquina e a ivermectina”, diz o presidente da CPI, o vereador Antonio Donato.

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