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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como a política de quartel de Bolsonaro divide os militares

O espírito de lealdade e camaradagem nas forças deu lugar a conspiratas, narrativas que desabonam colegas de quartel e outros movimentos

Por Robson Bonin Atualizado em 23 mar 2022, 09h37 - Publicado em 23 mar 2022, 08h30

Desde que começou a cogitar colocar Walter Braga Netto como vice na busca pela reeleição, Jair Bolsonaro lançou nos bastidores da Defesa uma disputa nada amistosa entre diferentes alas do Exército.

Ao mostrar a generais que o poder político está disponível e pode ser exercido por amigos do Planalto, o presidente permitiu que grupos militares entrassem em campanha para fazer o próximo ministro da Defesa.

O comandante do Exército, Paulo Sérgio Passos, embora discreto, ganhou apoiadores e adversários ao ter seu nome cotado para o cargo. O mesmo aconteceu com o chefe da Marinha, almirante de esquadra Almir Garnier Santos.

O espírito de lealdade e camaradagem nas forças deu lugar a conspiratas, narrativas que desabonam colegas de quartel e outros movimentos. Algumas alas da ativa, por exemplo, passaram a trabalhar para evitar que militares da reserva que estão em cargos políticos de peso no governo ocupassem postos importantes na máquina militar.

Fontes militares ouvidas pelo Radar mostram que há preocupação real de que o presidente volte a usar o Exército como plataforma de campanha na reeleição. Se ter um vice do Exército já é algo que compromete a imagem da caserna, contar com um aliado político no comando da tropa é ainda pior, na avaliação dos militares. A falta de controle sobre a política no quartel é algo que assombra alas no Exército, principalmente.

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