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Cinco anos depois, Kajuru descobre que piloto do voo da Chape morreu

Na CPI do acidente com a Chapecoense, senador do Podemos cobrou a convocação de uma das vítimas da tragédia

Por Robson Bonin 29 nov 2021, 18h43

Cinco anos após a tragédia com o avião da Chapecoense, na Colômbia, o Senado retomou na última quinta a CPI que investiga o acidente ocorrido em 2016. Os senadores ouviram o depoimento da inspetora boliviana Celia Monasterio, que foi a responsável pela autorização do plano de voo da empresa Lamia, também boliviana.

A reunião teria passado distante dos holofotes, não fosse pela atuação de Jorge Kajuru. Quase no fim da audiência, o senador do Podemos perguntou o nome do piloto para a depoente. A controladora citou então o boliviano Miguel Quiroga. Em seguida, em tom grave, cobrou os colegas a imediata convocação do piloto para depor.

Quiroga, como se sabe, é uma das vítimas do desastre. Kajuru descobriu cinco anos depois. O constrangimento do senador catarinense Jorginho Mello, que comandava os trabalhos, foi evidente.

O depoimento da controladora de voo será por videoconferência. O objetivo da CPI é apurar a situação dos familiares das vítimas do desastre. Os senadores investigam ainda os motivos pelos quais familiares ainda não receberam indenizações.

 

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