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Chefe do GSI apresenta atestado médico e não vai a comissão na Câmara

O general Gonçalves Dias foi convidado a prestar esclarecimentos sobre os ataques de 8 de janeiro e teve uma crise de hipertensão

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 19 abr 2023, 17h16 - Publicado em 19 abr 2023, 15h15

Convidado a prestar esclarecimentos sobre os ataques de 8 de janeiro na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados a partir das 14h desta quarta-feira, o ministro-chefe do GSI, general Marco Edson Gonçalves Dias, apresentou um atestado médico para justificar por que não pôde comparecer à audiência pública. Segundo sua assessoria, ele teve uma crise de hipertensão.

A audiência ocorreria no mesmo dia em que a CNN Brasil divulgou gravações inéditas do circuito interno de segurança do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro que mostram o ministro dentro do Palácio do Planalto ao lado de invasores e integrantes do GSI aparentemente auxiliando golpistas que promoveram um quebra-quebra no prédio.

“Atesto para fins de apresentação junto à Câmara dos Deputados que Sr. Ministro MARCO EDSON GONÇALVES DIAS foi atendido pelo Serviço Médico da Coordenação de Saúde às 13h do dia 19/04/2023, com quadro clínico agudo e com necessidade de medicação e observação, devendo ter ausência em compromissos justificadas por motivo de saúde na presente data”, diz o documento.

Atestado médico do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Marco Edson Gonçalves Dias
Atestado médico do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Marco Edson Gonçalves Dias (Reprodução/Reprodução)

O atestado foi assinado pelo médico João Luiz Henrique da Silveira, na Coordenação de Saúde da Diretoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Administração da Presidência da República.

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Em nota, o Gabinete de Segurança Institucional informou que Gonçalves Dias expressou votos de respeito aos trabalhos da comissão e se colocou à disposição para “agendamentos futuros”. Os parlamentares aprovaram nova convocação para o dia 26. 

O primeiro requerimento para que o general fosse convocado (obrigado) a comparecer à comissão foi apresentado no dia 15 de março pelo deputado Coronel Coronel Meira (PL-PE) e aprovado oito dias depois, sendo convertido para um convite, com coautoria dos deputados Delegado Caveira (PL-PA) e Carlos Veras (PT-PE).

“É fato público e notório, conforme veículos de imprensa e de cunho jornalístico, que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) enviou documento, por meio do Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência), 24 horas antes dos atos do dia 08 de janeiro, informando o Sr. Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública, bem como vários outros setores do governo, por meio de vários alertas, quanto ao risco iminente de ataques aos prédios públicos localizados na Praça dos Três Poderes”, afirmou Meira para justificar o pedido.

Também nesta quarta, o senador Sergio Moro apresentou uma requerimento na Comissão de Segurança Pública do Senado para que o chefe do GSI explique sua presença dentro do Planalto durante a invasão de 8 de janeiro. 

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