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Por Robson Bonin
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CCJ do Senado adia votação da legalização de cassinos e jogo do bicho

Tendência é que comissão só analise o projeto, considerado “polêmico”, na primeira semana de junho

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 Maio 2024, 15h41

O presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu adiar a discussão do “polêmico” projeto que legaliza cassinos, bingos, caça-níqueis, jogo do bicho, turfe e jogos de azar em geral. Se o texto voltar à pauta na semana que vem e receber pedido de vista, como se espera, a votação deve ficar para a primeira semana de junho.

“Vou votar contra o projeto e vou usar todos os meios regimentais de postergar, até que eu acredite que já iluminamos o ambiente suficientemente para uma decisão democrática, que eu tenho toda a tendência educacional para respeitar”, afirmou Esperidião Amin (PP-SC).

Ausente da CCJ nesta quarta, o relator do projeto de lei 2.234 de 2022, Irajá (PSD-TO), argumenta que, “mesmo na contravenção, os jogos de azar já constituem uma atividade econômica relevante e, como tal, devem estar sujeitos à regulamentação pelo Estado”.

Ao defender a aprovação do PL em seu parecer, Irajá apresenta estimativas do Instituto Jogo Legal segundo as quais o jogo do bicho movimentou 12 bilhões de reais em 2014, “valor semelhante ao que as Loterias Caixa arrecadaram naquele ano”, de 12,1 bilhões de reais. O mesmo instituto estimou uma movimentação financeira de 3,6 bilhões de reais em máquinas caça-níqueis e de 1,3 bilhão de reais em bingos.

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