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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Cai o mito de que chefe de quadrilha não pode delatar na Lava Jato

Polícia Federal concede a Sérgio Cabral um caminho para casa; acordo não deve mudar patamar das investigações

Por Robson Bonin Atualizado em 6 fev 2020, 16h20 - Publicado em 6 fev 2020, 15h54

Chefe da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin homologou a delação do ex-governador Sérgio Cabral. Trata-se do chefe do bando que tomou de assalto o governo do Rio, roubando em todos os setores, até literalmente quebrar a máquina pública do segundo estado mais rico do país.

Até a entrada de Cabral no time de delatores, a Lava Jato adotava como regra oferecer as vantagens penais a quem entregasse os superiores na hierarquia do crime.

Não é o caso de Cabral. Como chefe do esquema, Cabral pode oferecer, no máximo, acusações contra sócios ainda não identificados pelo radar da polícia e recontar, com mais detalhes, como roubou e quebrou o Rio de Janeiro. É quase uma autobiografia.

Quem já viu o conteúdo oferecido pelo ex-governador aos investigadores da Polícia Federal, não há território intocado nas histórias de Cabral. Daí a contrariedade do MPF com o andamento do acordo.

Preso há três anos, o ex-governador acumula treze condenações cujas penas somadas alcançam 282 anos de prisão. Como delator, porém, está a um passo de voltar para casa.

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