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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro responde se ainda bota a cara no fogo por Milton Ribeiro

Presidente declarou que juiz que ordenou prisão de ex-ministro tem perseguido o governo

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 23 jun 2022, 20h49 - Publicado em 23 jun 2022, 20h27

Em live na noite desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou ter “exagerado” ao dizer que “botava a cara no fogo” por Milton Ribeiro, mas disse confiar no ex-ministro — liberado da prisão também nesta quinta por decisão do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

“Eu falei lá atrás que botava a cara no fogo por ele, né? Eu exagerei, mas eu boto a mão no fogo pelo Milton. Assim como boto por todos os meus ministros, porque o que eu conheço deles, a vivência, dificilmente alguém vai cometer um ato de corrupção”, afirmou Bolsonaro.

O pedido de prisão do ex-chefe do MEC partiu da Polícia Federal, que, em relatório enviado ao Ministério Público Federal, apontou que Ribeiro e os pastores evangélicos atuavam como “organização criminosa” na pasta.

O MPF acabou sendo contra a prisão na operação, e defendeu a “imposição de medidas cautelares diversas” aos envolvidos. No entanto, o juiz Renato Borelli considerou que, pela gravidade do caso, o ex-ministro deveria, sim, ser preso.

Bolsonaro disse sofrer perseguição política do juiz e engrossou a defesa de Milton — alegando que foi o próprio ex-ministro que havia procurado a Controladoria Geral da União para pedir investigação a respeito da atuação dos pastores.

“O juiz que decretou a prisão foi o mesmo que no passado deu uma sentença, uma liminar, que cada vez que alguém me visse na rua sem máscara, me multaria em 2.000 reais. Sem comprovação científica nenhuma (…) E várias outras ações, inclusive contra o secretário da Fundação Palmares, o Sérgio Camargo, também deu uma pancada nele. E várias ações contra o governo. E todas foram arquivadas. Mais uma dessa daí”, afirmou.

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