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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro ignora denúncias e diz que seu governo não tem corrupção

'Até o momento não apareceu absolutamente nada', disse o presidente em entrevista à rádio do Grupo Liberal, do Pará

Por Lucas Vettorazzo 11 abr 2022, 12h04

Jair Bolsonaro insiste que seu governo operou o milagre de extinguir a corrupção na máquina pública brasileira. Ele ignora denúncias que surgiram no curso dos últimos anos, como a do recente balcão de negócios controlado por pastores evangélicos no MEC que derrubou o então ministro da pasta Milton Ribeiro ou a revelada no início da pandemia sobre irregularidades no processo de compras de vacinas Covaxin.

Durante entrevista à rádio do Grupo Liberal, do Pará, na manhã desta segunda, ele repetiu que as gestões petistas na Petrobras e no BNDES provocaram rombos em valores que seriam suficientes para, nas contas do presidente, bancar obras equivalentes a “90 transposições do Rio São Francisco”. Ele disse que seu governo teria frustrado partidos e grupos de interesse ao não lotear ministérios, estatais e bancos oficiais e ignorou completamente a sua aliança com as legendas do centrão que ele jurou distância.

“A gente está mexendo em poderosos. Não é ninho de ratos que a gente está tocando fogo. É em ninho de marimbondo. Acabou a corrupção no Brasil. Nos acusam de suspeita de corrupção. Assim como nos acusaram de suspeita de corrupção no caso da vacina Covaxin. Que suspeita é essa? Não comprei uma dose e não paguei um centavo”, disse ele, que continuo.

“Sobre a suspeita de corrupção de compra de ônibus para a educação. Não foi feita a licitação! Ah, ia fazer. Não foi feita. Somos um governo que prima pelo combate à corrupção na prática. Quantas vezes o governador no Pará recebeu a visita da Polícia Federal? Aqui não tem visita da PF. Não tem o que investigar aqui. Não fazemos nada de errado. E se porventura aparecer algo do governo, [a gente] colabora  com a investigação. Até o momento não apareceu absolutamente nada.”

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