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Band: garis vão até o Supremo para provar ofensa de Boris

O advogado Luis Eduardo Salles Nobre, defensor de 815 garis que cobravam na Justiça indenização à Band pela ofensa de Boris Casoy, afirmou ao Radar Online que vai “até o Supremo” para cobrar reparação ao grupo. Na sexta-feira, o juiz Brenno Mascarenhas, do Juizado Especial Cível do Catete (RJ), negou pedido de indenização aos garis. […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 15h24 - Publicado em 3 Maio 2010, 14h17

Foto: Reprodução TV

O advogado Luis Eduardo Salles Nobre, defensor de 815 garis que cobravam na Justiça indenização à Band pela ofensa de Boris Casoy, afirmou ao Radar Online que vai “até o Supremo” para cobrar reparação ao grupo. Na sexta-feira, o juiz Brenno Mascarenhas, do Juizado Especial Cível do Catete (RJ), negou pedido de indenização aos garis. Sem saber que o microfone estava aberto, referindo-se a uma matéria de felicitações de virada do ano, Boris chamou os “lixeiros” de “o mais baixo da escala de trabalho”.

Na sentença, o juiz reconhece que a fala de Boris revela “constrangedor preconceito” e “indisfarçavel desconforto”, ainda mais se tratando do apresentador famoso pelo bordão “Isso é uma vergonha”. Mas mesmo assim negou a indenização com o argumento de que ela não existe nos casos de dano moral coletivo, até porque, destacou, o grupo do Rio não são os dois garis que apareceram nas imagens da reportagem da Band.

A defesa, porém, não concorda. Vai entrar com recurso no Tribunal de Justiça do Rio até a próxima semana para pedir a reavaliação do caso. Se não conseguir, disse que vai ao STF por considerar que houve, sim, ofensa ao direito constitucional de imagem dos garis. Por enquanto, a Band livrou-se de pagar 3,3 milhões em indenização ao grupo.

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