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As mensagens que colocaram deputados bolsonaristas na mira do STF

Dois deputados na origem do inquérito que investiga o grupo formado para perseguir adversários políticos do bolsonarismo e atacar a democracia

Por Evandro Éboli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 22 jun 2020, 15h35 - Publicado em 22 jun 2020, 15h02

O inquérito aberto no STF em abril para investigar o grupo bolsonarista ligado aos atos antidemocráticos, que atingiu, até o momento, 11 parlamentares ligados ao presidente Jair Bolsonaro — além de um rosário de militantes e blogueiros sujos –, partiu de mensagens postadas por dois deputados nas redes sociais.

O repórter Gabriel Mascarenhas revela no Jornal O Globo, nesta segunda, trechos da investigação também obtida pelo Radar. Para a Procuradoria-Geral da República, os bolsonaristas investigados no inquérito romperam os limites do “direito de expressão, opinião e manifestação para (avançar) as fronteiras criminais do grupamento que tenha objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito”, e também o “incitamento à animosidade entre as Forças Armadas e as instituições nacionais e à subversão da ordem política e social”.

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Alvo de ação da Polícia Federal, que fez busca em seu endereço, os deputados Daniel Silveira (PSL-RJ) e Junio Amaral (PSL-MG) são personagens centrais da investigação, como o Radar revelou em abril.

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Nas 469 páginas do inquérito, surgem as mensagens que levaram os investigadores acionar o STF. As postagens destacadas (veja abaixo) antecederam o ato de 19 de abril na frente do QG do Exército, marco inicial dos crimes apurados.

Junio Amaral, assim como Daniel, estimularam os atos a partir de perfis nas redes sociais, segundo a PGR. Depois dessas postagens, os dois deputados seguiram publicando ataques ao STF.

(VEJA/Reprodução)

Além das mensagens da dupla de parlamentares bolsonaristas, os investigadores incluíram na origem do inquérito mensagens de bolsonaristas responsáveis pela propagação de mensagens nas redes bolsonaristas, como Allan dos Santos, que foi alvo de quebras de sigilo, de mandados de busca e teve mensagens de WhatsApp recuperadas pelos investigadores, como revela o Radar nesta semana.

(VEJA/Reprodução)

 

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