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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Anvisa quer fechar o espaço aéreo. De novo, p…?’, reclama Bolsonaro

O presidente disse que haverá "um montão de variantes" pela frente e que é preciso enfrentá-las

Por Gustavo Maia 7 dez 2021, 14h33

O presidente Jair Bolsonaro deixou explícita sua irritação com a Anvisa, que segundo ele quer fechar o espaço aéreo por conta da variante ômicron do coronavírus. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária é comandada pelo contra-almirante Antonio Barra Torres, indicado para o cargo pelo próprio Bolsonaro no ano passado.

“O Brasil tem tudo… eu vejo o ministro Gilson Machado, que não está presente aqui, trabalhando com o turismo. Ninguém tem o que nós temos. Estamos trabalhando agora com a Anvisa, que quer fechar o espaço aéreo. De novo, porra? De novo vai começar esse negócio? “Ah, o ômicron”. É, vai ter um montão de vírus pela frente, um montão de variantes pela frente, talvez, peço a Deus que esteja errado, nós temos que enfrentar”, declarou o presidente durante encontro com empresários da indústria brasileira, promovido pela CNI.

Bolsonaro então citou o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, para dizer que “ninguém vai ganhar guerra dentro da trincheira”. “Ninguém vai superar os problemas do Brasil dentro de casa. Chega do “fique em casa, a economia a gente vê depois”. Temos que enfrentar esse problema”, complementou.

Na sequência, ele disse que é aconselhado a não tocar no assunto das vacinas, mas que “ousaria dizer” que os imunizantes foram comprados para quem quisesse e que hoje em dia já todo mundo já sabe que quem toma vacina pode contrair, transmitir o vírus e até morrer.

“Vamos enfrentar o problema, cuidar dos mais idosos, cuidar de quem tem comorbidade, sempre falei isso. Temos dois problemas: o vírus e o desemprego. Agora tem que ter coragem pra falar. Parece que eu fui o único chefe de Estado no mundo que teve uma posição diferente. Dizem que toda unanimidade… não é bem-vinda, né?”, concluiu.

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