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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Aliados dizem que corrupção no MEC foi de pastores, não de Milton Ribeiro

'Os pastores, ao que tudo indica, corromperam alguns auxiliares do ministério. O Milton era apenas o bobão do celular', diz um aliado

Por Robson Bonin Atualizado em 28 jun 2022, 07h35 - Publicado em 28 jun 2022, 07h30

Aliados de Jair Bolsonaro entraram em campo para tentar reduzir a importância de Milton Ribeiro no esquema de corrupção no Ministério da Educação.

Depois de analisarem as provas reunidas por investigadores no caso que levou à prisão, além de Ribeiro, pastores evangélicos e ex-auxiliares do MEC, os conselheiros acreditam que terão condições de blindar Ribeiro, deixando a culpa para os pastores que pediram dinheiro a um empresário em troca de encontros com o então ministro.

“A única coisa que tem do Milton é a venda do carro. Os pastores, ao que tudo indica, corromperam alguns auxiliares do ministério. O Milton era apenas o ‘bobão do celular’ envaidecido pelo poder no governo. Ele não se corrompeu”, diz um auxiliar de Bolsonaro ao Radar.

Para a versão vingar, é preciso que nada novo surja nas investigações e que nenhum dos envolvidos revele fatos comprometedores sobre a conduta de Ribeiro, “o bobão”, na pasta.

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