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A única notícia positiva para Bolsonaro nesse escândalo do MEC

Presidente pode dizer que não tem relação com os fatos que levaram a Polícia Federal a prender seu ex-ministro e dois pastores nesta quarta

Por Robson Bonin Atualizado em 23 jun 2022, 09h55 - Publicado em 22 jun 2022, 10h01

Em abril, os repórteres Daniel Gullino, Aguirre Talento e Patrik Camporez revelaram no Globo que Arilton Moura, um dos pastores presos pela Polícia Federal nesta quarta por corrupção no Ministério da Educação, foi recebido 35 vezes no Palácio do Planalto. O pastor Gilmar Silva dos Santos, outro preso, esteve 10 vezes no mesmo período.

A agenda oficial de Jair Bolsonaro registrou três encontros com os pastores no Palácio do Planalto: em 25 de abril de 2019, 18 de outubro de 2019 e 14 de outubro de 2020. 

Num áudio revelado pela Folha, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, também preso pela Polícia Federal, disse que seguia ordens de Bolsonaro ao receber os pastores. “Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse o ministro.

Apesar de todos esses fatos, as prisões desta quarta foram ordenadas pela 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal. Se os investigadores tivessem algum elemento que ligasse Bolsonaro aos casos de corrupção, o caso não estaria na mão da Justiça Federal. Estaria no STF, já que o presidente tem foro privilegiado. Essa, por ora, é a única notícia positiva para Bolsonaro no escândalo do MEC.

O desgaste político das prisões, no entanto, é fato consumado. O avanço das investigações, com os elementos colhidos nas buscas desta quarta, dirá se o Planalto está mesmo distante dos crimes apurados pela PF.

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