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A primeira canetada de Cármen Lúcia no caso de corrupção no MEC

Ministra enviou à PGR o pedido da oposição para que Bolsonaro responda por supostamente interferir nas investigações de corrupção na Educação

Por Robson Bonin Atualizado em 29 jun 2022, 09h21 - Publicado em 27 jun 2022, 15h11

Seguindo o regimento do STF, Cármen Lúcia determinou nesta segunda que a PGR se manifeste sobre o pedido formulado pelo líder do PT na Câmara, Reginaldo Lopes (PT), para que o tribunal investigue a possível interferência de Jair Bolsonaro nas investigações de corrupção no Ministério da Educação.

“Todos os fatos aqui articulados, que resultaram, com o aprofundamento das investigações pela Polícia Federal, nas prisões e outras medidas constritivas autorizadas na data de hoje, demonstram a existência de uma organização criminosa chefiada pelo Presidente da República, Senhor Jair Messias Bolsonaro, que tinha como operador político o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e como operadores financeiros principais, os Pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, todos adrede conluiados, com o objetivo de fraudar o erário (FNDE), privilegiando aliados políticos religiosos e/ou Prefeitos que aceitassem receber recursos públicos em troca de apoio aos projetos de reeleição do mandatário da Nação e de pagamento de vantagens indevidas aos apontados criminosos, quiçá até mesmo na perspectiva de constituição de caixa de campanha fora das linhas legais e constitucionais”, diz o petista.

Ao interceptar telefonemas de Milton Ribeiro, a Polícia Federal identificou uma conversa em que o ex-ministro sugere ter recebido informações de Bolsonaro sobre a realização da operação da semana passada.

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