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A guerra no ruralismo bolsonarista por causa de Lula

Presença de dirigente nacional do setor em jantar da pré-campanha do petista incendiou lideranças do setor mais próximas do Palácio do Planalto

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
27 jun 2022, 10h30

Na semana passada, a presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Cristina Vendramini, tornou-se alvo de uma série de questionamentos de apoiadores de Jair Bolsonaro no ruralismo. O motivo: Teresa, como representante da entidade, foi a um jantar de arrecadação da pré-campanha de Lula em que o petista foi muito aplaudido pelos presentes.

Presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto, Paulo Maximiano Junqueira Neto escreveu uma carta cobrando explicações e com duras críticas à dirigente. “A opção pelo socialismo é um equívoco. A opção pelo PT, um erro grave. A opção por Lula é uma aberração que beira à estupidez… A senhora deve explicações”, disse Maximiano numa carta enviada à Teresa Cristina.

Uma carta de repúdio chegou a ser organizada para propor que a entidade nacional aprovasse uma moção condenando a aproximação com Lula, mas o documento não foi aprovado por integrantes da Sociedade Rural Brasileira ligados a partidos de centro.

Teresa Cristina ainda divulgou uma nota em que rebate as acusações dos colegas de setor.

“A Sociedade Rural Brasileira vem a público declarar que essa instituição não apoia nenhum candidato ou partido político. Portanto, é uma inverdade que essa entidade apoia o candidato de oposição. Há 103 anos a Sociedade Rural Brasileira vem liderando importantes pautas e influenciando decisões em diferentes autarquias públicas por meio do diálogo, mesmo com interlocutores contrários à nossa bandeira. Neste encontro defendemos o nosso Código Florestal, o marco temporal das terras indígenas, o direito de propriedade e o livre comércio. Reivindicações que estão em um documento que está sendo entregue pela SRB a todos os candidatos”, disse a dirigente.

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