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23 bancos versus Cabral

Esquentou o clima entre o governo Sérgio Cabral e os bancos que operam com crédito consignado para os servidores e pensionistas do estado. O secretário de Planejamento decidiu que, a partir de hoje, 23 bancos não podem mais emprestar ao funcionalismo estadual – estão suspensos. Apenas o Bradesco, que detém a folha de pagamento do […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 05h37 - Publicado em 14 ago 2013, 07h03

Cabral: guerra contra os bancos

Esquentou o clima entre o governo Sérgio Cabral e os bancos que operam com crédito consignado para os servidores e pensionistas do estado.

O secretário de Planejamento decidiu que, a partir de hoje, 23 bancos não podem mais emprestar ao funcionalismo estadual – estão suspensos. Apenas o Bradesco, que detém a folha de pagamento do governo,  mantém a prerrogativa de conceder crédito consignado.

Ruy Barbosa alega que os 23 bancos não estão informando o saldo dos clientes para a liquidação dos contratos. Os bancos, no entanto, são unânimes em achar que o que está por trás dessa decisão é a insistência de o governo do Rio em exigir que os bancos contratem uma empresa, a Fácil, para fazer essa operação. Os bancos não veem necessidade dessa contratação.

(Atualização, às 12h21: A assessoria do secretário Sérgio Ruy Barbosa envia a seguinte justificativa: “A suspensão de 31 bancos a partir de hoje se refere tão somente ao não cumprimento do prazo de cinco dias úteis para infomar o saldo devedor do servidor estadual nas operações de recompra de dívidas. A secretaria esclarece que não existe intenção de se trocar a empresa atual, Quantum, pela Fácil, conforme publicado.”. O Radar mantém as informações publicadas, exceto num ponto: são 31 bancos e não 23 os atingidos. Estava marcada, inclusive uma reunião entre a ABBC, entidade que reúne os bancos pequenos e médio, Sérgio Ruy e a turma da Fácil. O encontro foi marcado a pedido de Sergio Ruy.)

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