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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Twitter dispara e despenca, voltando aos níveis pré-Musk

Suspensão do acordo de compra da empresa pelo bilionário derruba ações a patamar anterior à compra da primeira fatia da rede social

Por Felipe Erlich 16 Maio 2022, 18h42

Pouco antes de Elon Musk anunciar a compra uma fatia de 9%  do Twitter, no início de abril, os papéis da rede social eram vendidos a cerca de 39 dólares. A ação da empresa disparou para quase 50 dólares no dia deste anúncio. Pouco tempo depois, no fim do mesmo mês, Musk foi além e divulgou que pretendia comprar toda a companhia por 44 bilhões de dólares ou 54,20 dólares por ação, o que ocasionou outra alta do papel que chegou a 51,70 dólares, valor mais alto desde novembro de 2021. Uma valorização de 33%. Contudo, o clima de festa parece ter esfriado desde a suspensão do acordo de compra da rede social. . Mesmo o bilionário tendo afirmado ainda estar comprometido com a aquisição, as ações caíram para cerca de 37 dólares nesta segunda-feira, 16, valor inferior ao registrado quando Musk comprou a fatia de apenas 9% da empresa.

Musk alega que precisa saber mais sobre o número de contas falsas na plataforma. Ele alega falta de transparência quanto aos métodos usados para estimar a proporção dessas contas na comunidade online. Em resposta, o atual CEO da empresa, Parag Agrawal, fez uma série de postagens explicando como a estimativa é feita e dizendo que, segundo ela, menos de 5% dos perfis da rede são falsos. Agrawal também ressaltou a sensibilidade de parte dos dados usados na formulação da estimativa, que são privados e não podem ser compartilhados. 

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