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Shein diz querer ‘ajudar a reconstruir o Brasil’ em carta a Haddad

Chinesa coloca Brasil como futuro líder global em moda acessível e diz que vai investir R$ 750 milhões no país

Por Felipe Erlich
Atualizado em 20 abr 2023, 18h03 - Publicado em 20 abr 2023, 16h47

A varejista chinesa Shein afirmou, em carta enviada ao ministro Fernando Haddad, que quer ser parceira do Ministério da Fazenda para “ajudar a reconstruir o Brasil”. O texto enviado ao comandante da Fazenda nesta quinta-feira, 20, ainda promete um investimento de 750 milhões de reais na indústria têxtil brasileira por parte da empresa. A Shein, junto de demais estrangeiras que exportam ao Brasil, está na mira do governo federal em sua busca por turbinar a arrecadação da União. O governo pretendia tributar compras internacionais de até 50 dólares, hoje isentas, mas voltou atrás depois da repercussão negativa da medida. Com isso, o discurso da Fazenda é de focar na fiscalização dos produtos que chegam ao país.

A meta da Shein para a economia brasileira, apresentada na carta, consiste em firmar parceria com cerca de dois mil fabricantes e gerar 100 mil empregos no país nos próximos três anos. A chinesa vai focar em melhorias tecnológicas e de capacitação de pessoal a fim de modernizar a produção de fábricas. Menciona, inclusive, que seu plano pró-indústria deve tornar produtos brasileiros mais competitivos no plano internacional, impulsionando exportações. “O Brasil será um dos líderes globais em moda acessível e de qualidade”, diz a companhia.

A Shein, na figura de seu CEO e diretor para a América Latina, Yuning Liu e Marcelo Claure, se soma à tambem asiática Shopee, que emitiu uma carta a Haddad nesta semana. Antes de a ideia ser vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Shopee defendeu a tributação de importações ao ministro da Fazenda.

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