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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Petróleo dispara e puxa Petrobras, que puxa o Ibovespa

VEJA Mercado: petróleo voltou a subir por causa da guerra, dos baixos estoques nos EUA e da invasão de rebeldes a petrolíferas sauditas

Por Diego Gimenes 21 mar 2022, 19h18

VEJA Mercado | Fechamento | 21 de março

Com as negociações para o fim da guerra na Ucrânia estagnadas e os estoques de petróleo nos Estados Unidos em queda, o petróleo voltou a subir nesta segunda-feira e as ações da Petrobras foram as grandes beneficiadas desse movimento no Ibovespa. A estatal viu suas ações subirem 3,8% no dia, a maior alta do índice. O Ibovespa fechou em alta de 0,73%, a 116.154 pontos, puxado justamente pelas petrolíferas. A 3R Petroleum, outra empresa do setor, subiu 3,7%. A diminuição da oferta de petróleo no mundo faz os investidores buscarem o Brasil, uma vez que somos grandes produtores da commodity. Para piorar, ataques rebeldes do Iêmen a petrolíferas da Arábia Saudita também colocaram em xeque o fornecimento global de petróleo. Tudo isso fez a commodity fechar em alta de 7,6% no mercado internacional, a 116 dólares o barril, mas vale lembrar que a cotação ainda está distante da máxima de 140 dólares atingida na primeira semana da guerra.

A estatal se sobressaiu da crise dos juros americanos. O presidente do Federal Reserve Bank, Jerome Powell, sinalizou nesta segunda-feira que a entidade monetária americana vai acelerar o ritmo das altas de juros por causa da inflação que persiste em subir no país. Por se tratar da maior economia do mundo, os efeitos devem ser sentidos globalmente. Juros mais altos diminuem a atratividade do mercado de renda variável e fragilizam as empresas de consumo e de tecnologia, uma vez que diminuem o poder de compra da população e deixam a tomada de crédito mais cara. Nesse cenário, as empresas Méliuz e Americanas fecharam em quedas de 3,5% e 1,9%, nessa ordem.

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