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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Pandemia fez crescer em 21% a circulação de dinheiro em espécie no Brasil

Volume explodiu após o pagamento do auxílio emergencial e caiu quando o programa chegou ao fim, mas se mantém estável e acima dos níveis pré-pandemia

Por Diego Gimenes 12 jan 2022, 17h53

Embora a digitalização esteja cada vez mais presente na vida dos brasileiros por meio das fintechs e do Pix, a circulação do tradicional dinheiro em cédulas subiu desde o início da pandemia. Ao todo, são 331 bilhões de reais em circulação por meio de 7,6 bilhões de cédulas, um número 21% superior em relação ao período que precede à pandemia de Covid-19. Segundo o Banco Central, o pagamento do auxílio emergencial provocou um crescimento na emissão e circulação das notas que se manteve em nível sustentável mesmo após o fim do programa. Foram emitidos 95 bilhões de reais para o pagamento do benefício e, destes, somente 35 bilhões de reais saíram de circulação após as últimas parcelas. Ainda de acordo com a autarquia, o volume total de dinheiro em circulação corresponde a aproximadamente 4% do PIB brasileiro, um percentual abaixo dos 8,9% registrados na China e dos 8,2% nos Estados Unidos, por exemplo.

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