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Os três fatores fulminantes que fizeram a bolsa cair para a mínima do ano

VEJA Mercado: "tempestade perfeita" faz mercado entrar em colapso

Por Diego Gimenes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 18 jun 2022, 11h09 - Publicado em 18 jun 2022, 10h00

VEJA Mercado | Fechamento da semana | 13/06 a 17/06.

Risco fiscal, juros e desaceleração da economia chinesa. Um combo desses é sinônimo de pesadelo para o mercado brasileiro, e fez o Ibovespa afundar. O índice caiu 6,79% na última semana, a maior queda semanal desde outubro de 2021, e perdeu os 100 mil pontos, caindo para os 99.824 pontos, menor valor desde novembro de 2020. Antes de fechar em leve alta na última quarta-feira, 15, o Ibovespa amargava oito quedas consecutivas, feito que não era registrado desde setembro de 2015, justamente a época em que os mesmíssimos fatores assombravam o mercado brasileiro.

Agora, o risco fiscal é alimentado pelas propostas do governo para baixar o preço dos combustíveis e que furam o teto de gastos. Já os juros estão nas alturas. Enquanto a Selic bateu os 13,25% e com a promessa de subir mais um pouco, o Federal Reserve elevou os juros americanos em 0,75 ponto percentual, para um intervalo entre 1,50% e 1,75%, a maior alta desde 1994. Para fechar, a China tem registrado um novo aumento de casos de coronavírus, e diante da sua política de “Covid zero”, tem atrasado os planos de reabertura da economia. O resultado disso tudo é um tombo do Ibovespa e de suas duas maiores empresas. No acumulado da semana, Petrobras e Vale derreteram 9% e 7,15%, respectivamente.

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